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Técnicos de Medicina Geral

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A oportunidade

Conheça a função e prepare a sua candidatura.

A RHDC – CONSULTORIA & SERVIÇOS LDA, é uma empresa de Consultoria em Recursos Humanos, de direito Moçambicano que opera nas áreas de Agenciamento de Emprego, Recrutamento e Selecção, Formação Profissional, Avaliação e Desenvolvimento de Competências, Trabalho Temporário, pesquisas entre outras áreas.

A nossa Cliente é a FUNDAÇÃO ARIEL GLASER CONTRA O SIDA PEDIÁTRICO (ARIEL), uma ONG Nacional que trabalha em parceria com as Direcções Provinciais de Saúde, Serviços Distritais de Saúde da Mulher e Acção Social (SDSMAS) e Hospitais Rurais (HR) nas Províncias de Maputo e Cabo Delgado. Apoia a implementação, acesso e expansão dos Serviços Clínicos de HIV integrados e de qualidade, especificamente o Programa de Saúde Materno Infantil (SMI) /Prevenção de Transmissão Vertical (PTV), Cuidados e tratamento Anti – retroviral (TARV) para Crianças e Adultos e apoio psicossocial através de uma abordagem de Fortalecimento do Sistema Nacional de Saúde. E, no âmbito da consolidação da sua estratégia, através da sua parceira com a RHDC- Consultoria & Serviços Lda, pretende recrutar Técnicos de Medicina Geral, para trabalharem no distrito da Matola Província de Maputo.

TÉCNICO DE MEDICINA GERAL (m/f):

MAPUTO – 12 Vagas para MATOLA

Objectivo da Função

O Técnico de Medicina Geral estará sob a supervisão directa do assessor clínico sénior da Fundação Ariel na Unidade Sanitária onde estiver alocado. Esta figura deverá cumprir normas e procedimentos administrativos da Unidade Sanitária. A assiduidade e pontualidade deverão ser controladas ao nível da Unidade Sanitária como qualquer outro funcionário e a área técnica responsável pelo clínico da US, sendo que a gestão administrativa e contratual deste técnico estará sob responsabilidade da RHDC Consultoria & Serviços Lda.

Responsabilidades

  • Organização dos serviços TARV, arquivos clínicos e integração dos serviços TARV noutros serviços (SMI, TB), vice-versa;
  • Garantir a qualidade de preenchimento dos processos clínicos, fichas de seguimento, livros de registo nas consultas integradas e de SMI;
  • Garantir a qualidade do seguimento do paciente – diagnóstico correcto, estadiamento da OMS, determinação precoce da elegibilidade ao TARV, início TARV, rastreio da Tuberculose, Tratamento Profiláctico com Isoniazida (TPI) e com Cotrimoxazol (TPC), avaliação nutricional e da adesão, cumprimento das linhas do tratamento em função do diagnóstico e peso, aconselhamento, periodicidade de pedido das análises de controle de CD4, hemograma, e bioquímica;
  • Actividades colaborativas TB/HIV: garantir o despiste para o HIV nos pacientes com tuberculose, o início de TARV (90%) e profilaxia com o cotrimoxazol (100%)  para os co-infectados TB/HIV, rastreio de TB e quimioprofilaxia com isoniazida para os menores de 5 anos sem sinais/sintomas de TB (na CCR), o início de tratamento para TB em menores com sinais/sintomas de TB e independentemente da forma de tuberculose do contacto. Garantir o rastreio da tuberculose nos pacientes com o HIV, o tratamento profiláctico com isoniazida para os pacientes elegíveis (adultos sem sinais/sintomas de TB nem estadio IV da OMS, lactentes com HIV+ com contacto TB e crianças maiores de 12 meses sem sinais/sintomas de TB independentemente da história de contacto) – 35% dos novos inscritos devem fazer o TPI em 2014;
  • ATS: massificação e qualidade na implementação do ATIP (enfermarias/internamento, consultas de medicina e pediatria, otorrinolaringolodia, estomatologia, etc), garantir o registo de dados no livro do ATIP (ATS no Contexto Clínico) de todos os casos referidos para a testagem no UATS (as UATS devem ter também o livro do ATIP). Monitorar a integração nos cuidados e tratamento (consultas TARV) dos utentes positivos, diagnósticados em todos os sectores do ATIP, UATS e ATS-C. Reforçar a ligação com as agências implementadoras do ATS-C (participação nos Comités TARV, partilha das metas, avaliação do consumo e disponibilidade de testes/reagentes rápidos de HIV, referência e integração de pacientes diagnosticados na comunidade, etc);
  • Visitar o laboratório (verificar os reagentes e consumíveis existentes, prazos de validade dos reagentes, uso racional dos aparelhos e consumíveis, lista de espera para realização dos exames, preenchimento dos livros de registos, verificar se o laboratório calcula regularmente a percentagem de CD4 para as crianças nos sítios onde a maquina de CD4 não o faz automaticamente);
  • Farmácia: verificar o stock de medicamentos, prazos de validade, conservação e uso racional dos medicamentos e testes, preenchimento do MMIA e FILA, privacidade dos utentes no levantamento dos medicamentos (guichés);
  • Falência terapêutica: discussão de casos clínicos, marcação de datas para colheita e envio de amostras de carga viral, envio de casos à província, organização dos arquivos e relatórios de casos de falência terapêutica.

ITS:

  • Apoia o gestor e o médico chefe distrital nas actividades relacionadas com o diagnóstico e tratamento dos pacientes e parceiros com Infecções de Transmissão Sexual;
  • Distribuição das metas e avaliação mensal da cobertura dos casos de ITSs, por sector, unidade sanitária e distrito;
  • Planificar sessões de formação contínua para divulgação da abordagem sindómica das ITS, algoritmo e medicamentos (avaliar a disponibilidade de medicamentos para as ITS, coordenar com o médico chefe distrital e o ponto focal da farmácia a sua requisição e distribuição);
  • Orientar as ESMI para observação especuloscópia da mulher grávida pelo menos uma vez durante a gravidez para avaliação da presença ou não de leucorreias, tratamento adequado das ITS e registo;
  • Recolher a informação referente ás ITS em todos os sectores e agregar os dados nos livros e resumos mensais de ITS, prestar atenção ao sector de SMI (o relatório de ITS tem uma componente de despiste de ITS na mulher grávida, que deve ser registada com base nos livros de registo da CPN – primeiras consultas, testados, positivos, utentes e parceiros tratados). Nas outras portas de SMI, que não seja a CPN, o gestor das ITSs deve garantir a recolha mensal de informação;
  • Distribuição dos livros e resumos mensais para todas as US distritais, coordenar com o médico chefe distrital e parceiros a reprodução destes instrumentos em caso de ruptura de nível provincial (em condições normais, os instrumentos de monitoria e avaliação das ITS devem ser quantificados, requisitados e recebidos através do economato provincial; em casos excepcionais como a ruptura provincial, este material pode ser adquirido nos distritos com o apoio dos parceiros ou sub acordo distrital).

Gestão e Seguimento dos GAAC:

  • Apoiar equipe clínica na sensibilização dos pacientes com critérios para inclusão no GAAC;
  • Aconselhar o paciente sobre as vantagens de inclusão no GAAC e necessidade de seguimento de adesão;
  • Receber os membros do GAAC e avaliar adesão ao TARV de forma individual e grupal;
  • Participar no processo de capacitação dos pontos focais dos grupos para disseminação de mensagens correctas de adesão;
  • Organizar os arquivos, processos e resumos mensais dos pacientes em GAAC (arquivos clínicos, FILAS, laboratório, etc);
  • Participar do processo de supervisão periódica nos encontros dos grupos, para avaliação da responsabilização existente no grupo e componentes de auto-ajuda;
  • Elaborar os resumos mensais dos GAACs, submeter ao médico chefe distrital, PF ITS/HIV e NED.

Requisitos

  • Nível Médio em Medicina Geral;
  • Fluência língua Portuguesa & língua local;
  • Formação em aconselhamento em saúde e HIV;
  • Habilidade para educação e aconselhamento em saúde assim como trabalho social;
  • Boa capacidade de comunicação.

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